quinta-feira, 12 de março de 2026
conversa de pescadores
Iniciaram a conversa com os pescadores. O que eles achavam daquela obra. Pela resposta que deram, por enquanto, como não havia iniciado o transporte de carros pela balsa entre Anajatuba e São João Batista, a estrada asfaltada e a rampa onde atracaria a balsa viraram pontos turísticos, de fluxo de gente, ponto de pesca e de diversão. Como qualquer rio, o rio Mearim e atravessado por várias pontes que ligam diferentes regiões e que encurtam distâncias. Quem vai para a baixada ou para a região Tocantina atravessa uma ponte. Como o transporte de gente subindo o rio Mearim devia ser difícil. Falando de regiões como a foz do rio Mearim onde água doce se mistura com água salgada. Águas agitadas que qualquer descuido o barco pode virar. Pesca farta. Não há pontes para ligar os dois lados da foz. Anajatuba, de um lado. São João Batista, do outro. O governo do Estado do Maranhão resolveu construir uma estrada que passa pelos dois municípios com uma balsa transportando veículos pela foz. Pelo que aparenta, e uma forma de integrar essa região ao restante do Maranhão. Essa ideia do governo e ao mesmo tempo instigante e duvidosa. Instigante pelas promessas de que são capazes os políticos e duvidosa com relação a capacidade de integração. Quem vai de sua casa em São Luís para pescar em Anajatuba ou São João Batista ou para esperar não se sabe quanto tempo enfrentando as correntes oceânicas e do rio ? A verdade é que esse projeto não e para o povo de Anajatuba ou para o povo de São João Batista diferente do que acham os pescadores as margens do rio. E uma forma de articular uma região de baixa densidade demográfica com a vinda de grandes projetos que requerem grandes extensões de terra e grande quantidade de água como carcinicultura energias renováveis e infra estrutura portuaria.
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