sábado, 18 de junho de 2011
As luzes que se apagam no Baixo Parnaiba
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Recusa de Venda de Terras e aterramento de nascentes nas Carrancas, municipio de buriti de Inácia Vaz, baixo Parnaiba maranhense.
O Vicente de Paula, posseiro de 150 hectares, na data Espingarda, povoado das Carrancas, municipio de buriti de Inacia Vaz, baixo parnaiba maranhense, ofereceu para o povo do Fórum Carajás umas espigas de milho de um milharal que semeara havia um mes. Essa semadura se encontrava numa tira de Chapada que um tal de André obtivera através de uma troca de terras envolvendo o senhor Adao, também morador das Carrancas. Fazia mais de mês que o Andre e seus funcionários raspavam tudo quanto é canto de terra entre baixoes e Chapadas das Carrancas e da circunvizinhança para trocar algum pedaço com o Vicente. A proposta do Vicente e do seu irmao para o André era que trocariam os seus 150 hectares por cem hectares escriturados e oitenta mil reais. O corretor de imóveis chegou com 80 hectares e 10 mil reais. O irmao de Vicente se irritou logo e nao quis mais saber do assunto. As áreas do Vicente e do seu Onésio na Chapada das Carrancas refrescam parte daquela Chapada amplamente desmatada pelo André e seus plantios de soja. No final da área do Vicente alguns trabalhadores emprenham as unidades da Carvoaria do seu Noé Fernandes Filho de mata Roma com bacurizeiros e pequizeiros. Segundo o Vicente, esse desmatamento do André e de seus confrades carvoeiros aterrou duas nascentes do riacho Tocas, afluente do rio Preto.
Mayron Régis
JUSTIÇA FEDERAL DETERMINA AO INCRA A DEMARCAÇÃO DE ÁREA QUILOMBOLA
O juiz Federal Ricardo Macieira, da 8ª Vara Ambiental, determinou ao INCRA que conclua o relatório Técnico de Identificação e Demarcação relativo à comunidade remanescente de quilombo de Saco das Almas, na região do município de Brejo, no prazo máximo de 180 dias, inclusive com a realização de estudos antropológicos necessários à complementação dos já existentes.
A decisão atende pedido do Ministério Público Federal que alega que a indefinição da situação tem acarretado graves conflitos fundiários entre a comunidade quilombola e os proprietários de terras do local, inclusive com ameaças de morte.
De acordo com o juiz Ricardo Macieira está demonstrada a excessiva demora na identificação, reconhecimento e demarcação das terras ocupadas pela comunidade na medida em que o Procedimento Administrativo instaurado com esta finalidade tramita desde 2004, o que contraria os princípios constitucionais da eficiência e da razoabilidade.
terça-feira, 14 de junho de 2011
MPF/MA pede segurança a ameaçados de morte em demarcação de terras quilombolas
O objetivo é garantir a integridade física dos profissionais envolvidos na demarcação
Os ofícios também foram encaminhados à Secretaria de Estado da Educação e à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
A denúncia das ameaças foi feita por diversas comunidades remanescentes de quilombos em conferência realizada no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Os representantes relataram as adversidades pelas quais vêm passando os agentes do Incra, advogados e representantes dos movimentos organizados ligados aos interesses quilombolas.
As ameaças de morte vêm impedindo a realização dos trabalhos de demarcação das áreas, tornando distante a finalização dos processos que garantem a propriedade definitiva das terras pelos remanescentes de quilombos.
No encontro, o MPF/MA tomou conhecimento de uma extensa relação de ameaçados, na qual estão presentes vários profissionais envolvidos na questão. Em virtude disso, o MPF/MA encaminhou a relação à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que deve analisar e apresentar providências cabíveis com a urgência necessária à questão.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Maranhão
Tel.: (98) 3213-7137
E-mail: ascom@prma.mpf.gov.br
domingo, 12 de junho de 2011
Ativa avalia como negativo plano de investimentos da Suzano
De acordo com a nota, o grande diferencial da empresa é seu projeto de ampliação em sua capacidade de produção de celulose, porém com o atraso no início das operações nas unidades do Maranhão e do Piauí surgem dúvidas sobre a capacidade financeira da empresa em executar os projetos, além de despertar uma visão pior sobre o médio prazo para os preços da celulose no cenário internacional.
"Acreditamos que as ações [da Suzano] deverão sofrer no curto prazo diante dessas dúvidas", conclui a Ativa.
Na última quarta-feira, a Suzano realizou uma conference call com analistas para detalhar os pontos de seu plano de investimentos de celulose para as unidades Maranhão e Piauí.
Por causa de preocupações com alavancagem e conjuntura internacional prejudicial à demanda de celulose de mercado, a empresa decidiu iniciar as operações da unidade do Maranhão para o quarto trimestre de 2013 e postergar a inauguração da do Piauí para 2016.
(Redação - www.ultimoinstante.com.br)
Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-papel-celulose-embalagens/45199-Ativa-avalia-como-negativo-plano-investimentos-Suzano.html#ixzz1P6ad83bO
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Suzano adia projeto de Piauí para 2016 e divulga capex de R$ 3,5 bilhões para o ano
SÃO PAULO – A Suzano (SUZB5) divulgou nesta quarta-feira (8) que a unidade de Piauí deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2016, com a compra dos equipamentos estimada para o primeiro semestre de 2014, assim como previa o projeto original, ao passo que especificou o prazo para o projeto de Maranhão em novembro de 2013. Alterações também foram feitas no capex dos projetos, o qual passou de US$ 1,8 bilhão para US$ 2,3 bilhões.
O valor foi impulsionado por conta de aumento de capacidade nas unidades, que passará de 1,3 milhões de toneladas por ano para 1,5 milhão, bem como um acréscimo de 100 mW de energia adicional em cada planta, a inflação nas commodities e a apreciação do real frente ao dólar, cujo ritmo de alta surpreendeu os executivos.
InvestimentosPara 2011, a empresa deve investir R$ 3,5 bilhões, sendo que R$ 1,5 bilhão já foi realizado por conta da aquisição de participação na Conpacel e na KSR. O restante será dividido em R$ 1,1 bilhão na unidade do Maranhão – sendo R$ 900 milhões na parte industrial e R$ 200 milhões na florestal -, R$ 500 milhões em manutenção e R$ 200 milhões na unidade do Piauí e na Suzano Energia Renovável.
Antonio Maciel, CEO da empresa, também explicou que o motivo principal que levou a empresa a adiar o início do projeto de Piauí para 2016 foi por conta da situação de custos e de mercado, o qual poderia ameaçar o limite de alavancagem.
Dívida sobre Ebitda controladaEm conferência com analistas para detalhar o plano de investimentos, estes se mostraram preocupados com o nível da dívida líquida sobre Ebitda (geração operacional de caixa), uma vez que a atualização do modelo de alguns destes profissionais indicam a extrapolação do limite de três vezes e meio fixado pela Suzano.
Por outro lado, Maciel garantiu que o valor será atingido. Sem especificar valores, o executivo ressalta que, para a manutenção deste nível, a empresa considera diversas alternativas, sendo a emissão de novas ações a última da lista, por ser “cara demais aos acionistas”. A penúltima alternativa seria o adiamento dos projetos.
Venda de ativosEntre as possibilidades, há a venda de ativos, inclusive com a negociação de parte da Suzano Energia Renovável. Maciel revela que a intenção é manter o controle da empresa e, portanto, o restante da participação pode ser negociada – aliás, conversas com potenciais investidores já estão muito avançadas, disse.
Há também a possibilidade de realizar parcerias, semelhantes com a que está em negociação no tratamento de águas e afluentes, na qual empresas trazem investidores para o projeto e se propõem a realizar o capex e a operar.
www.infomoney.com.br
O valor foi impulsionado por conta de aumento de capacidade nas unidades, que passará de 1,3 milhões de toneladas por ano para 1,5 milhão, bem como um acréscimo de 100 mW de energia adicional em cada planta, a inflação nas commodities e a apreciação do real frente ao dólar, cujo ritmo de alta surpreendeu os executivos.
InvestimentosPara 2011, a empresa deve investir R$ 3,5 bilhões, sendo que R$ 1,5 bilhão já foi realizado por conta da aquisição de participação na Conpacel e na KSR. O restante será dividido em R$ 1,1 bilhão na unidade do Maranhão – sendo R$ 900 milhões na parte industrial e R$ 200 milhões na florestal -, R$ 500 milhões em manutenção e R$ 200 milhões na unidade do Piauí e na Suzano Energia Renovável.
Antonio Maciel, CEO da empresa, também explicou que o motivo principal que levou a empresa a adiar o início do projeto de Piauí para 2016 foi por conta da situação de custos e de mercado, o qual poderia ameaçar o limite de alavancagem.
Dívida sobre Ebitda controladaEm conferência com analistas para detalhar o plano de investimentos, estes se mostraram preocupados com o nível da dívida líquida sobre Ebitda (geração operacional de caixa), uma vez que a atualização do modelo de alguns destes profissionais indicam a extrapolação do limite de três vezes e meio fixado pela Suzano.
Por outro lado, Maciel garantiu que o valor será atingido. Sem especificar valores, o executivo ressalta que, para a manutenção deste nível, a empresa considera diversas alternativas, sendo a emissão de novas ações a última da lista, por ser “cara demais aos acionistas”. A penúltima alternativa seria o adiamento dos projetos.
Venda de ativosEntre as possibilidades, há a venda de ativos, inclusive com a negociação de parte da Suzano Energia Renovável. Maciel revela que a intenção é manter o controle da empresa e, portanto, o restante da participação pode ser negociada – aliás, conversas com potenciais investidores já estão muito avançadas, disse.
Há também a possibilidade de realizar parcerias, semelhantes com a que está em negociação no tratamento de águas e afluentes, na qual empresas trazem investidores para o projeto e se propõem a realizar o capex e a operar.
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Audiência pública discute a Reserva Extrativista da Chapada Grande
Estiveram presentes representantes da Fetag, Contag, Presidente do STR de Tanque, Prefeita de Santa Rosa, Vice prefeito de Tanque, Coordenadora do Polo Regional Sindical de Oeiras, CEFAS representando a FUNDED e a Diocese de Oeiras, e uma grande concentração de moradores daquela região afetada pelo agronegócio.
O objetivo dessa audiência foi a conclusão da RESEX – Reserva Extrativista de Sustentabilidade da Chapada Grande, pois aquela região está sendo ameaçada pelo agronegócio vindo de outros estados e se implantando aqui no Piauí, tirando toda a sustentabilidade daquele local, além da êxodo das famílias que residiam no local para serem substituídas pela monocultura do eucalipto que é considerada uma praga pois só serve para acabar com o solo e os microorganismos da terra, levando assim à processos de erosão e compactação do solo tornando-o improdutivo.
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